O drone perde o sinal do controle e cai. O prejuízo é o equipamento e, se a queda for fora da área, o que estiver embaixo.
Pulverização, mapeamento e inspeção põem um equipamento caro sobre lavoura, rebanho e gente. A regra da ANAC exige cobertura de danos a terceiros para a operação profissional.
O que costuma estar coberto
A cobertura varia de seguradora para seguradora e conforme o que for contratado. O corretor confere item por item antes de você fechar.
Quando faz diferença
O drone perde o sinal do controle e cai. O prejuízo é o equipamento e, se a queda for fora da área, o que estiver embaixo.
O vento leva o produto para o talhão do vizinho, e o dano à cultura dele é responsabilidade de quem operou.
Drone, baterias e estação de controle viajam juntos na caminhonete e somam um valor que chama atenção.
Como funciona
Dúvidas frequentes
Para operação profissional, sim: a regra da ANAC exige cobertura de danos a terceiros. Voo recreativo e parte da pulverização agrícola em linha de visada têm tratamento diferente, e vale conferir o seu caso antes de voar.
Não. O RETA responde pelo dano causado a terceiros; o casco repara o seu equipamento. Quem depende do drone para trabalhar costuma contratar os dois.
Cobre. O uso precisa estar declarado, porque pulverização tem risco e limite diferentes de mapeamento ou inspeção.
Cotação gratuita
O formulário já vem com o ramo selecionado. Você preenche, cai no WhatsApp com um corretor e continua a conversa por lá.
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